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Vereador Eduardo Borgo oficiou o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o GAECO, solicitando a ampliação nas apurações pelo órgão do Ministério Público, para o estudo elaborado pela FIPE, que levou a concessão dos serviços de esgoto no município.
Conforme noticiamos, o GAECO deflagrou no último dia 9, duas operações, a ‘Cavalo de Troia’ e a ‘Mobius’, buscando ‘desarticular fraude na licitação para a concessão do sistema de gestão integrada dos resíduos sólidos no município’. Na oportunidade, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e sete de prisão temporária.
Borgo disse ter realizado uma análise minuciosa nos dois estudos, o de concessão do esgoto e o da privatização do lixo, encontrando o mesmo modus operandi. Borgo disse que o mesmo técnico da FIPE, que trabalhou no estudo do lixo, também atuou no da concessão do esgoto.
Em relação à concessão do esgoto, no dia 18 de agosto, o Ministério Público abriu um procedimento para apurar a transferência de serviços relacionados ao abastecimento de água para a Companhia de Saneamento de Bauru, vencedora da licitação dos serviços de esgoto. A apuração começou após uma representação do munícipe Diego Bueno dos Santos, questionando se o contrato de concessão e um decreto, teriam ido além do que foi autorizado pela legislação aprovada na Câmara. Entre os serviços transferidos para a CSB, está o de novas ligações de água. A reportagem apurou que o DAE, inicialmente, solicitou novo prazo para que as respostas fossem encaminhadas ao Ministério Público e, esse novo prazo já terminou e, as respostas não foram encaminhadas.