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As dificuldades enfrentadas pelo governo Suéllen Rosim não estão restritas apenas as operações do GAECO e a Comissão Processante que tramita pela Câmara Municipal.
A situação da FUNPREV, após a reunião do Conselho Fiscal do órgão, realizada no último dia 16, também acendeu um sinal de alerta. Mensalmente, a fundação encaminha à prefeita, um ofício solicitando a adoção de medidas para que a insuficiência para o pagamento de aposentadorias e pensões, seja resolvida. Na reunião, conselheiros da FUNPREV fizeram constar em ata a situação e mais, apontaram que diante da ausência de retorno das cobranças realizadas ao Executivo, sugeriram que a FUNPREV adote medidas judiciais para o recebimento dos valores devidos pela prefeitura.
O presidente da Fundação, Gilson Gimenes disse que medidas cabíveis estão sendo tomadas, mas não descarta a possibilidade de buscar o judiciário.
De janeiro a setembro deste ano, mais de 22 MILHÕES DE REAIS foram sacados das aplicações apenas para o pagamento de aposentadorias e pensões. Por duas vezes nos últimos anos, o Tribunal de Contas do Estado rejeitou as contas da fundação questionando exatamente a falta de ações da FUNPREV para o recebimento desses valores.
Outra situação envolvendo a FUNPREV está relacionada a apuração no Ministério Público, pelo descumprimento da legislação para a eleição do presidente do órgão. A lei municipal determina que apenas os representantes eleitos pelos servidores votem para a escolha do gestor da fundação, o que não aconteceu nos últimos anos.