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Edição extra do Diário Oficial da União publicada nesta quinta-feira, trouxe a portaria de exoneração do presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), do ex-prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho.
Biólogo, advogado e ex-deputado federal, Agostinho foi empossado como presidente do instituto, em fevereiro de 2023, após concluir seu mandato no legislativo.
Nos bastidores, circulou a informação de que a exoneração de Rodrigo Agostinho ocorreu para que ele possa concorrer nas eleições deste ano, cogitando ainda, uma possível filiação do ex-prefeito de Bauru, ao PSD, mesmo partido de Suéllen Rosim. Fontes próximas ao presidente do partido, Gilberto Kassab, afirmaram a reportagem que não existia a possibilidade de filiação de Rodrigo Agostinho. Confirmaram também, que pessoas ligadas ao governo municipal chegaram a procurar o comando do partido, para confirmação da informação.
À reportagem da 94, na tarde deste sábado, Rodrigo Agostinho enviou manifestação lembrando que ficou 3 anos e 3 meses à frente do Ibama, confirmando estar saindo do órgão por conta do prazo eleitoral e, que continuará no mesmo partido, o PSB. Fecha a nota, informando que as candidaturas deverão ser decididas em julho nas convenções.
O prazo para que pré-candidatos às eleições deste ano deixem cargos públicos, termina neste sábado. A chamada desincompatibilização é a regra que obriga autoridades a se afastarem do cargo que ocupam para poder concorrer a outro nas eleições. O prazo é de pelo menos seis meses antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. O objetivo é evitar que candidatos usem a estrutura do cargo em benefício próprio durante a campanha.