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Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem sofrer reajuste de até 3,81%, a partir desta quarta-feira (01/04), segundo resolução publicada pelo governo federal, no Diário Oficial da União.
O aumento foi autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão responsável por definir os limites de preços no país. Apesar de ser um reajuste anual, o farmacêutico Leonardo Cantazini ressalta que o impacto no orçamento é grande, principalmente para quem precisa fazer uso contínuo de algum medicamento.
Mesmo com a autorização, os preços dos medicamentos não sobem automaticamente. Cabe às farmacêuticas decidir se vão aplicar o aumento —e em que percentual, desde que respeitem o limite estabelecido pela CMED.
Na prática, isso significa que alguns remédios podem não ter reajuste, outros podem subir abaixo do teto permitido e os aumentos podem ser repassados de forma gradual ao longo dos próximos meses, e não necessariamente de uma só vez.