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A entrega do prédio da EMEF Dirce Boemer Guedes de Azevedo, realizada na última quarta-feira, coloca fim a uma série de dificuldades às famílias, alunos e profissionais que atuavam na unidade nos últimos seis anos.
Desde o fechamento da unidade para o início da reforma, no final de 2020, a escola funcionou em outros três prédios, no CTV (no núcleo José Regino), no antigo prédio do colégio Guedes de Azevedo, desapropriado pelo governo no final de 2021 (localizado no Altos da Cidade) e, por último, no prédio que antigamente abrigou a escola Sesi, no Santa Luzia. Uma das dificuldades enfrentadas neste prédio, chegou até à Vigilância Sanitária, que em fevereiro de 2024 pediu a suspensão das aulas no local, pois, durante vistoria, constatou ‘fezes semelhante à de ratos’. Na época, o governo foi acionado judicialmente e negou que as fezes eram de ratos, mas sim, de morcegos.
O diretor da EMEF Dirce Boemer, Wagner Antônio Júnior, sabe que o próximo desafio será o de fortalecer o relacionamento com a comunidade e, implantar ações para que o local entre nas estatísticas de furtos no município.
Na tarde da última quarta-feira, a prefeitura publicou o edital para contratação de empresa para prestação de serviços de vigilância patrimonial e eletrônica, em 215 prédios públicos. As propostas serão recebidas no próximo dia 23.