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Durante audiência pública de prestação de contas realizada na tarde desta terça-feira na Câmara Municipal, a Secretária de Meio Ambiente Cilene Bordezan, respondeu aos ataques recebidos no dia anterior, de boa parte dos vereadores.
A gestora do meio ambiente municipal e, responsável pela elaboração do estudo de concessão assinado pela FIPE, não digeriu bem as críticas de vereadores, principalmente por ter sido chamada de mentirosa e, culpou a imprensa pela informação, segundo ela, desinformada, que divulgou que a cobrança de tarifa seria de 50% até a implantação da usina de lixo na cidade, através da concessão. Cilene negou ter passado essa informação, afirmando que não vai ser utilizado recurso público na implantação da usina.
Embora a secretária tenha afirmado que não será utilizado recurso público, na prática, com a proposta do governo, o bauruense passará a pagar por mais um serviço inexistente, a exemplo da tarifa para o Fundo de Tratamento de Esgoto, cobrado há quase 20 anos e, até hoje sem a conclusão da estação de tratamento. O saldo atual da conta do Fundo de Tratamento supera os 300 MILHÕES DE REAIS de acordo com balanço publicado pelo DAE na última semana.
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