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A operação de transbordo no aterro sanitário municipal tornou-se alvo de fiscalização do vereador Márcio Teixeira.
O alto custo para a operação do local, aliado à operação do GAECO, que levou à suspensão do edital da licitação para a privatização da limpeza pública, levaram o vereador a solicitar junto a CETESB, agência de controle ambiental do Estado, informações sobre a autorização dada à Estre, para a operação no antigo aterro, pertencente à prefeitura.
Márcio Teixeira entende que se o aterro municipal estava com as operações encerradas, não poderia a CETESB ter autorizado a operação no local. Durante o uso da tribuna, Márcio Teixeira disse que a companhia estadual chegou a negar o pedido para a operação, quando solicitado pela Emdurb.
Na última semana, durante a audiência de prestação de contas do segundo quadrimestre, a secretaria do Meio Ambiente informou que foram pagos à Estre, apenas nesse período, cerca de 9 MILHÕES DE REAIS pela operação do transbordo no aterro municipal.
O transbordo foi implantado pelo governo municipal, em decorrência do estado de conservação precário dos caminhões de coleta da Emdurb. Na época, o objetivo era reduzir a manutenção dos veículos, levando-se o material coletado até o aterro em Piratininga. Ocorre que essa despesa de manutenção, não mais acontece, uma vez que a Emdurb vem operando com uma frota nova, alugada, com o custo de manutenção já incorporado ao valor do aluguel. Para muitos, esse é o sinal para a suspensão do contrato, que tem um custo anual de 27 MILHÕES DE REAIS.