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Mais um edital de licitação aberta pela prefeitura, foi impugnado por empresas interessadas na prestação de serviço, agora o que pretende contratar empresa para prestação de serviços de segurança patrimonial e de vigilância eletrônica, em 215 prédios públicos, pertencentes à prefeitura.
No questionamento, uma das empresas busca explicações sobre a separação de 51 itens dentro de um único lote de compra, buscando informações se a intenção é de que uma única empresa forneça a vigilância patrimonial, monitoramento de imagens, locação e instalação dos equipamentos. A prefeitura argumentou na resposta, que essa abordagem permite uma gestão mais eficiente e coordenada da solução de segurança, garantindo maior integração e eficácia nas ações a serem tomadas, permitindo também uma melhor negociação de preços e condições contratuais, mantendo serviços padronizados.
Inicialmente o recebimento das propostas estava agendado para esta terça-feira. Com a suspensão, a prefeitura terá que analisar o questionamento, publicar novo edital, com o prazo legal para a sessão de abertura da licitação.
No final do mês de maio, o Ministério Público recebeu denúncia protocolada pelo munícipe Leandro de Souza, que detalhou o não cumprimento de lei municipal, aprovada em abril do ano passado, obrigando a instalação de câmeras de vídeo em todos os prédios da saúde e da educação municipal. A lei foi sancionada pela prefeita Suéllen Rosim e está valendo desde meados de novembro do ano passado.