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Os meses de fevereiro e março marcam o início do ano letivo nas universidades de todo o Brasil. É nesse período que milhares de calouros chegam cheios de expectativa para começar uma nova fase da vida. Junto com essa tradição, volta também um velho conhecido do ambiente acadêmico: o trote universitário. Embora muitos vejam a prática como uma forma de integração, é importante lembrar que nem tudo é permitido.
Os trotes violentos ainda preocupam. Humilhações, exposição, consumo forçado de álcool e agressões deixam de ser brincadeira e podem virar crime. Pela lei, essas práticas podem ser enquadradas como constrangimento ilegal, lesão corporal, injúria e até crime contra a saúde ou a vida. Leis estaduais e regras das universidades também proíbem esse tipo de conduta e preveem punições. Quem explica o que é permitido e o que não é nos trotes universitários é a advogada Iuly Garcia.
Diante desse cenário, muitas instituições passaram a substituir trotes constrangedores por ações solidárias e de responsabilidade social, promovendo uma recepção mais respeitosa aos novos alunos. A proposta é incentivar valores que vão além da formação profissional. Na UNISAGRADO, por exemplo, o trote solidário envolve campanhas de arrecadação e atividades voltadas à comunidade, trocando antigas práticas por iniciativas que geram impacto positivo, como fala a Pró-Reitora acadêmica da Instituição, Prof.ª Dra. Eveline Ignácio da Silva Marques.
Outras instituições também têm adotado modelos semelhantes, apostando em uma recepção mais humana e alinhada aos tempos atuais.