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Audiência pública realizada nesta quarta-feira na Câmara, deve ter ligado o sinal de alerta quanto a lentidão na assinatura do acordo para o pagamento da dívida da Cohab com a Caixa Econômica Federal.
Durante os questionamentos, o presidente da Cohab Everton Basílio lembrou que os descontos oferecidos para a assinatura do acordo são através de resolução do FGTS, que pode ser revogada pelo banco. Everton também alertou para ações judiciais onde o município está sendo incluído por ser o sócio majoritário da empresa.
Ex-presidente da Cohab e, atual Secretário da Fazenda, Everson Demarchi entende que é preciso definir qual a responsabilidade do município no valor da dívida, antes da assinatura do acordo, evitando assim que outras dívidas recaiam sobre a prefeitura.
Já o Secretário de Negócios Jurídicos de Bauru, Vitor de Freitas disse que as decisões judiciais já apontam o município como solidário. Ainda de acordo com Vitor de Freitas, é indiscutível a necessidade da assinatura do acordo, mas com a prefeitura entrando como avalista e, não como devedor solidário.
No final da audiência, Everton Basílio confirmou o bloqueio mensal de R$ 300 MIL das contas da Cohab, além de outros R$ 13 MILHÕES no ano passado. O gestor da Cohab mostrou-se preocupado também com a possibilidade de bloqueio de recursos do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), pertencentes à prefeitura de Bauru.
Everton Basílio também confirmou informação antecipada pela 94, de que a dívida da Cohab junto a Caixa cresce cerca de 500 MIL REAIS por dia, em decorrência da incidência de juros e correções.