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Defesa da prefeita Suéllen Rosim pede o arquivamento imediato da Comissão Processante instaurada para apurar as responsabilidades da gestora municipal em todo o processo licitatório para a privatização dos serviços de limpeza pública.
Cinco pessoas, sendo dois ex-secretários de governo e uma adjunta, seguem presas e uma foragida, após a denúncia formalizada à justiça pelo GAECO. A acusação abrange os crimes de organização criminosa, frustração ao caráter competitivo de licitação, contratação direta ilegal, além de corrupção ativa e passiva.
Defensor da prefeita Suéllen Rosim, o advogado Jeferson Daniel Machado detalhou a estratégia adotada nesse momento, relacionada a cada acusação apresentada no pedido de comissão processante.
Jeferson Machado lembrou que todas as nomeações políticas foram feitas respeitando a legislação vigente. O advogado de Suéllen também falou sobre a abertura da processante pela Câmara, com o voto de 19 vereadores.
A defesa de Suéllen Rosim incluiu em seu documento, sete testemunhas que poderão ser ouvidas pela Comissão Processante (Leonardo Marcari, Daniel de Freitas, Elisangela Cardoso, Cristiano Zamboni, Nilson Ghirardello, Barbara Vital e Gustavo Lopes Pereira).
Na próxima segunda-feira, integrantes da Comissão Processante voltam a se reunir para analisar a defesa protocolada no dia 30. Os integrantes da CP decidirão se a denúncia será arquivada ou se os trabalhos de investigação terão sequência. A reunião está marcada para começar às 8 horas.