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A Promotoria da Infância e Juventude realizou audiência de intermediação nesta quarta-feira, reunindo Ministério Público, Secretaria de Educação, direção da escola EMEII Etelvina de Araújo Almeida, sindicato dos servidores municipais e a mãe envolvida no conflito que motivou a paralisação das atividades na escola localizada na vila Garcia, em Bauru.
Segundo o promotor Lucas Pimentel, a decisão de retomada das atividades e atendimento aos alunos foi de comum acordo entre os envolvidos.
O diretor do sindicato dos servidores, Gabriel Place explicou o que foi acordado durante a reunião no Ministério Público.
Funcionários relataram episódios de violência verbal, acessos não autorizados e agressões. Já mães de alunos registraram boletins de ocorrência com denúncias de supostos maus-tratos praticados por um servidor da escola contra crianças. A Polícia Civil apura os fatos.