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Vereadores oposicionistas criticaram mais uma ação de inconstitucionalidade movida por terceiros contra a Lei Orgânica do Município. Desta vez, o procurador-Geral chefe substituto do Ministério Público, Plínio Gentil, protocolou a ação, após representação do advogado e ex-presidente do DAE, Rafael Ribeiro, por entender que a lei municipal afronta a Constituição ao exigir autorização para a concessão de serviços públicos.
Márcio Teixeira chegou a emitir nota de repúdio, entendendo não existir razão para o judiciário intervir na ‘Constituição do município’. Ainda na visão de Márcio Teixeira, esse movimento político só enfraquece a Câmara de Bauru.
Estela Almagro foi ainda mais longe. Para a vereadora, esse enfraquecimento do legislativo bauruense foi motivado pela própria mesa da Câmara em seus dois últimos comandos.
Em suas redes sociais, o vereador Eduardo Borgo publicou vídeo afirmando que ‘quando um poder se torna subserviente, o outro ocupa seu espaço’, afirmando que a Câmara de Bauru tornou-se um puxadinho da prefeitura.