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As empresas afetadas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos ou pelos impactos econômicos dos conflitos no Oriente Médio terão mais facilidade para aderir ao Plano Brasil Soberano.
O governo federal reduziu de 5% para 1% o percentual mínimo de impacto no faturamento exigido para que empresas possam pedir linhas de crédito do programa. O economista Luís Gustavo Baricelo avalia como mais uma movimentação política do Governo Federal, considerando que o maior parceiro comercial do Brasil, nos últimos anos, é a China.
A mudança foi oficializada na última semana, por meio de portaria conjunta dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. As novas regras passam a valer a partir desta semana.