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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada divulgou, nesta semana, um estudo sobre os efeitos econômicos da eventual redução da jornada, atualmente predominante, de 44 horas semanais, associada à escala 6×1, que estabelece um dia de descanso a cada seis trabalhados.
Para o órgão, os custos de uma eventual redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais seriam similares aos impactos observados em reajustes históricos do salário-mínimo no Brasil, o que indica uma capacidade de absorção da medida pelo mercado de trabalho.
O economista Luís Gustavo Baricelo pontua que os benefícios econômicos dessa redução de jornada de trabalho só serão possíveis, a longo prazo, com um aumento da produtividade.
Ainda de acordo com o Ipea, a redução da jornada de trabalho teria um custo de menos de 1% em grandes setores, como indústria e comércio, mas alguns setores de serviços que dependem de mais mão de obra podem precisar de políticas públicas.