“New Super Mario Bros. Wii” segue o estilo de seu antecessor, para Nintendo DS, mesclando jogabilidade 2D de plataforma com personagens 3D. No entanto é possível que até quatro jogadores na mesma tela, dividindo itens e matando inimigos cooperativamente.
Este também é o primeiro título a trazer a função Super Guide, apresentando um vídeo que ensina ao jogador como passar de fase. A função, que só aparece depois que o jogador falha repetidas vezes, também oferece a opção para o jogador pular a fase em questão.
Esta semana, a Nintendo confirmou que no início de dezembro “New Super Mario Bros. Wii” atingiu a marca de dois milhões de unidades vendidas nos EUA. Lançado em 15 de novembro, o game, que vendeu 1.39 milhão de unidades em novembro, segundo o NPD Group, continuou com boas vendas no início deste mês.
A companhia não forneceu dados globais para o título. “New Super Mario Bros. Wii”, porém, já provou seu sucesso também no Japão, vendendo 936.734 de unidades de 3 a 6 de dezembro, seus primeiros quatro dias de disponibilidade.
De acordo com a Enterbrain, publicadora da revista Famitsu, o game teve a melhor performance de abertura de um título de Wii desde que o console foi lançado na região, em dezembro de 2006.
No ano passado, as vendas de games musicais renderam US$ 1,4 bilhão, impulsionadas por títulos como “Rock Band 2″ e “Guitar Hero World Tour”. Em 2009, no entanto, as perspectivas são bem mais modestas: segundo Michael Pachter, analista da Wedbush Morgan Securities, este nicho de mercado deve gerar somente US$ 700 milhões, uma queda de 50%.
E não será por falta de títulos de peso, já que este ano chegaram às lojas games como “The Beatles: Rock Band”, “DJ Hero”, “Guitar Hero 5″, “Band Hero”, “LEGO: Rock Band” e, a partir desta terça-feira (22), “Guitar Hero: Van Halen.
Segundo o NPD Group, empresa de análise de mercado, as vendas destes jogos não atingiram as expectativas. Esperava-se que a edição de “Rock Band” dedicada aos Beatles, por exemplo, atingisse 1 milhão de cópias vendidas no primeiro mês após o lançamento, mas o jogo não passou de 800 mil unidades. Já “Guitar Hero 5″ vendeu 500 mil unidades no primeiro mês, comparadas a 1,4 milhão de “Guitar Hero III”, dois anos atrás.
“DJ Hero”, que pretendia expandir o gênero de games musicais para o hip-hop, com sua pickup de DJ, ficou nas 123 mil unidades nos primeiros dias de venda.
“James Cameron’s Avatar: The Game” foi lançado duas semanas antes da estreia mundial do filme. Assim, dá para imaginar que o jogo funcione como uma grande introdução ao universo de Cameron e tenha mais tempo para explicar detalhes e sutilezas da mitologia. Grande engano.
O game apresenta o usuário ao herói Ryder, um soldado que ficou congelado durante cinco anos em animação suspensa para chegar até o planeta Pandora, único lugar onde é encontrado um raro tipo de mineral que interessa aos terráqueos. O lugar é revestido por uma vegetação vasta e exótica, habitado por criaturas bizarras e defendido por humanóides azuis de três metros de altura chamados de na’vi.
É mais ou menos o que o jogo se dá ao trabalho de explicar. O resto deve ser descoberto no filme ou na enciclopédia em texto no menu de opções. Não há uma narrativa consistente e as poucas pistas são dadas durante as missões. Assim, a teoria do que são os tais avatares do título não é apresentada e o que dá para pescar logo de cara é que Ryder é um dos poucos capazes de ter sua mente transferida para essas espécies híbridas de humanos e na’vis.
Com elementos de ambas as raças, o uso do avatar acaba dividindo Ryder e o jogador é colocado em um dilema: o de continuar servindo as tropas humanas ou de se rebelar para defender o território dos na’vi. Se a primeira opção for escolhida, o game se foca no esquema de tiro em terceira pessoa como de “Gears of War” ou similares; se a segunda chamar mais a atenção, o jogo se volta para um estilo de pancadaria com armas que lembra vagamente títulos como “Dynasty Warriors”.
É com certeza uma decisão interessante a de dividir a mecânica de acordo com as escolhas do jogador, mas na prática não é tão relevante. Ambos os aspectos funcionam de modo bastante genérico, o que é agravado pela falta de uma narrativa que torne as ações recompensadoras ou crie elos emocionais. A capacidade de buscar missões paralelas, juntar pontos de experiência para comprar novas habilidades e a oferta de várias armas e veículos (ou animais, no caso dos na’vi) certamente tornam a ação mais complexa, mas não mais empolgante.
Um modo multiplayer existe com características similares e oferece algumas modalidades comuns como Deathmatch, King of the Hill ou Capture the Flag. A conexão foi satisfatória durante os testes, mas a dificuldade em encontrar jogadores assinalou que não há muito no que se prender.
“James Cameron’s Avatar: The Game” é mais uma adaptação de filme recente que sofre com a falta de ousadia e polimento. A narrativa não apresenta bem os fatos e lança o jogador em uma aventura morna, com momentos e mecânicas genéricas. O efeito 3D é interessante, mas além de restrito a uma parcela mínima de consumidores, não passa de perfumaria e não consegue salvar o título de seus problemas básicos.
Fonte: http://jogos.uol.com.br/playstation3/analises/jamescameronsavatarthegame.jhtm
Darrell Rodriguez – presidente da LucasArts – comentou ao site americano “Joystiq” a produção de “Star Wars: The Force Unleashed II”, próximo jogo de ação inspirado pela série de filmes de George Lucas.
Segundo o executivo, “nossa equipe interna em São Francisco estará concentrada no jogo, além de outros parceiros de desenvolvimento. O time de São Francisco é formado por veteranos do primeiro ‘Force Unleashed’ que estão trazendo sua experiência desenvolvimento”. No entanto, Rodriguez não revelou quais serão os parceiros externos desta vez.
Em comparação, as versões Xbox 360 e PlayStation 3 do primeiro “Star Wars: The Force Unleashed” foram desenvolvidas pela própria LucasArts, enquanto o estúdio australiano Krome produziu as edições para Wii, PS2 e PSP.
A aventura no DS ficou a cargo da n-Space, e a Universomo pela edição para telefones celulares. Por fim, a Aspyr adaptou o jogo ao PC e Mac. Em nota relacionada, Rodriguez confirmou que a empresa está contratando profissionais para a produção de títulos ainda não anunciados.
Em produção para Xbox 360, PlayStation 3, Wii, DS e PSP, “Star Wars: The Force Unleashed II” dá continuidade à aventura de Galen Marek, ou Starkiller, ex-Aprendiz de Darth Vader. A produtora revelou o primeiro trailer do game na premiação televisiva VGA, mostrando Starkiller em uma arena lutando contra um monstruoso e gigantesco inimigo, utilizando dois sabres de luz na cor azul. O título tem lançamento marcado para 2010.