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PRÊMIO DA SEMANA: TAPETE DE DANÇA PARA PLAYSTATION 2 – RÁDIO GAME!!!

PRÊMIO DA SEMANA: TAPETE DE DANÇA PARA PLAYSTATION 2 – RÁDIO GAME!!!

Tá afim de dançar muito nesse fim de semana na frente de sua tela?????

Então participe da promoção radio game, prêmio dessa semana um “TAPETE DE DANÇA” para playstation 2!!!!!!!

Efetue o seu cadastro aqui no blog para participar do Game Show ao VIVO no programa Rádio Game.

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Boa Sorte!!

Patrocínio: Facai Games – a melhor opção em games

Em breve, nome do ganhador

Att Daniel San

Guitar Hero 5

Guitar Hero 5

“Guitar Hero 5″ segue o mesmo estilo que fez sua fama e aposta em uma série de melhorias para agradar os fãs de longa data, mas também ousa ao abrir as portas para novos estilos e maior acessibilidade para tentar atrair novos jogadores.

A seleção de canções – 85 no total – é outra grande evidência e surge com um repertório bem mais variado, com uma veia mais popular, incluindo “Saturday Night’s Alright (For a Fighting)” de Elton John, “Superstition” de Stevie Wonder e “Play That Funky Music” do Wild Cherry. Fãs do som pesado, no entanto, não precisam se preocupar pois há muito o que curtir, como “2 Minutes to Midnight” do Iron Maiden, “Bullet with Butterfly Wings” do Smashing Pumpkins e “Woman from Tokyo” do Deep Purple, entre várias outras, antigas e recentes.

Tal vontade de agradar a todos acaba se tornando uma faca de dois gumes. Jogadores devem encontrar muitas músicas que gostam, mas obviamente serão forçados a explorar estilos bem diferentes, que talvez não sejam dos mais interessantes para eles. Isso sem contar na seleção de músicos reais que foram adicionados no game e amplificam ainda mais a sensação de disparo para todos os lados por parte dos desenvolvedores.

O modo de carreira ficou bem mais robusto e diversificado, permitindo que os usuários façam escolhas de canções entre uma lista para completar seus objetivos e habilitar novos cenários. O modo de customização de personagens e instrumentos também é bastante completo, ampliado pelos itens extras que são disponibilizados com o cumprimento de tarefas específicas de cada música. Online as coisas ficam ainda mais animadas, contando com o modo cooperativo e várias modalidades competitivas para acirrar a disputa entre os jogadores, com duelos de instrumentos nos Face Offs e outros mais criativos, como um que permite uma quantidade limitada de erros.

O capricho é ainda mais evidente na apresentação. Os gráficos são consideravelmente mais detalhados, com efeitos de câmera dramáticos e muitas surpresas espalhadas pelos cenários. Os músicos agora têm movimentos muito mais realistas e a sincronia labial é muito próxima do real, ainda que alguns modelos apareçam estranhos, especialmente o de Cobain.

Fonte: http://jogos.uol.com.br/playstation3/analises/guitarhero5.jhtm

Teenage Mutant Ninja Turtles: Smash-Up

Teenage Mutant Ninja Turtles: Smash-Up

Sob encomenda da Ubisoft está sendo desenvolvido um novo game de luta estrelado pelas Tartarugas Ninja, famosos heróis da década de 80 que obtiveram grande sucesso no passado em games de ação produzidos pela Konami e dose ainda maior de fracassos retumbantes por parte de outras empresas.

A mecânica de jogo é idêntica à de “Smash Bros.”: um jogo de luta 2D com gráficos tridimensionais e grandes arenas interativas para até quatro pessoas se enfrentarem. Os cenários serão todos baseados em pontos da cidade de Nova Iorque relevantes às histórias das tartarugas, como os esgotos e o topo de arranha-céus.

Cada lugar apresenta armadilhas próprias, a exemplo de caixa d’água que estouram criando correntezas ou então jacarés escondidos na água suja dos boeiros. Além disso, muitos deles são interligados, podendo ocasionar que a luta comece em um lugar e termine em outro totalmente diverso por conta do desenrolar da peleja.

Elementos menores também prometem apimentar os combates, graças às habilidades atléticas dos personagens. Barras fixas servem para balançar e assim realizar voadoras fulminantes e pode-se até correr pelas paredes – à moda “Prince of Persia” – para escapar de golpes ou entrão criar contra-ataques sorrateiros.

Dentre os personagens já confirmados estão as quatro tartarugas mutantes, claro – Raphael, Leonardo, Donatello e Michelangelo – e o sensei rato, Mestre Splinter. Mais figuras clássicas devem figurar, tal qual a repórter April O’Neil, o vigilante Casey Jones, o vilão destruidor e quem sabe até os inimigos trapalhões Bebop e Rocksteady. Sem contar que fica também a promessa dos produtores de que muitas surpresas aparecerão na lista de figuras jogáveis.

Nos modos de partida pouca ousadia: Story (no qual se segue o roteiro fixo do game), Battle Royale (para partidas com regras personalizadas), Practice (o tradicional treino) e outras variantes de opções para muitos jogadores, incluindo até disputas online. O único reduto de inovação fica para mais uma promessa da Ubisoft, de que outros modos estão sendo cogitados para apenas um jogador – provavelmente algo na linha do Subspace Emissary, de “Super Smash Bros. Brawl”, que é praticamente um jogo de aventura com a mecânica de luta.

Fonte: http://jogos.uol.com.br/wii/previas/tmntsmashup.jhtm

The Beatles: Rock Band

The Beatles: Rock Band

“Hello Goodbye”. Depois de um ano de expectativas, menção a jogo do ano sem sequer ter sido lançado e até aparições de Paul McCartney e Ringo Star em evento de game para reforçar a divulgação, tocar “Twist And Shout”, “Come Together”, “Day Tripper”, “Back in the U.S.S.R.” e “Lucy in the Sky With Diamonds” em sua guitarra de plástico é realidade. Diga alô a “The Beatles: Rock Band” e adeus à espera.

Além da guitarra, outros instrumentos completam a banda: baixo, bateria e microfone. Não é uma revolução. Trata-se da fórmula criada pelo primeiro “Rock Band” (2007), jogo que virou mania, promoveu uma reviravolta no mercado musical e segue popular e forte nos dias de hoje com canções novas disponíveis para download a cada semana. Diferente de outros extras, as músicas dos “Beatles” não se misturam com o acervo já lançado para “Rock Band”, mas o game aceita acessórios de outros títulos musicais. Microfone de “Guitar Hero” serve e você precisará de três.

Beatles para uma nova geração

Questões de royalties a parte, “The Beatles: Rock Band” ser um jogo independente faz todo sentido. Não somente pelo que o quarteto representa na música, mas pela oportunidade de recriar a trajetória da banda. Videogame ainda é uma forma de entretenimento predominante entre o público jovem. Tirando exceções, na geração atual o conhecimento da “beatlemania” vem através dos pais, alguma música usada na trilha sonora de filme ou até mesmo comercial de TV.



Comercial mostra Abbey Road

No modo história, a viagem começa em 1963, com a apresentação no Cavern Club até a última aparição pública do Beatles, no telhado da gravadora Apple, em 1969. A trajetória é recriada com exatidão, seja com a introdução original de Ed Sullivan para “I Want to Hold Your Hand” ou nas gravações no estúdio Abbey Road. Cada passagem de era é acompanhada por um vídeo de animação impecável e o jogador coleciona fotos históricas do quarteto conforme o desempenho. Como alerta o manual, a equipe de produção tomou pequenas liberdades para garantir que todos da banda tomem parte em cada canção. Na gravação original, por exemplo, John Lennon não grita no começo de “Revolution”. Ninguém ficará ofendido por isso.

Uma novidade em “The Beatles: Rock Band” é que até três pessoas podem cantar simultaneamente. Se você é daqueles que toca “Mr. Crowley”, do Ozzy Osbourne, no expert ao mesmo tempo em que soluciona um cubo mágico pode tentar cantar e tocar guitarra ao mesmo tempo, mas a diversão mesmo é reunir seis pessoas: três vocalistas, um guitarrista, outra no baixo e um último músico na bateria. Não será uma reprodução fiel do quarteto de Liverpool, mas, novamente, ninguém irá reclamar.

Fonte: http://jogos.uol.com.br/xbox360/analises/thebeatlesrockband.jhtm

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